Ano letivo 2012/2013

"A escola é mais do que um espaço onde se transmite conhecimento" - Vitorino Magalhães Godinho

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Declaração dos Direitos Humanos - 60 anos -







Muito ainda há para fazer.
Na nossa turma foram eleitos direitos como:
" Direito a Brincar"
" Direito a estar mais tempo com os pais. "
" Direito à Liberdade"
" Direito a ser feliz"
" Direito a ter pais com emprego"
...
E os guarda chuvas serviram para mostrar os nossos pensamentos, bem com as duas mangas com que a turma contribuiu e os nossos pais ajudaram a pintar.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Uma História de Natal - A estrela brilhante -


Era noite de Natal. Um menino pobre estava a regressar à sua velha casa. A única coisa que o menino pediu naquela noite, ao ver nas ruas muitas luzes acesas e ao ouvir as músicas de Natal, foi ter calor para se aquecer e aquecer o resto de sopa que lhe tinham dado.
Quando chegou a casa deitou-se cheio de frio e sem comer.
No céu Maria, mãe de Jesus, teve pena do menino, roubou uma estrela do céu, desceu à Terra e colocou-a debaixo da caçarola com a sopa.
Entretanto, no céu, começaram todos a ralhar uns com os outros porque tinha aparecido um buraco.
Então Maria tirou uma estrela do seu manto e colocou-a no buraco.
O menino acordou com o calor e viu a sopa quente. O menino comeu a sopa e voltou a dormir consolado.
Agora há quem diga que a estrela do manto de Maria é a que brilha mais no céu.
Ana Rita 3ºano

As Viagens de Gulliver

Dia 5 de Dezembro fomos ver, no Teatro Aveirense, “As Viagens de Gulliver”, um texto adaptado para teatro pela Luisa Ducla Soares.
O espectáculo começou quando Gulliver estava no Mar à descoberta de novos países, e sofreu um naufrágio.
Em primeiro chegou à Terra dos Pigmeus que eram anões, que falavam ao contrário. Um dia o palácio dos Pigmeus ardeu, o Gulliver fez chichi e salvou-os de um grande incendio que alastrava pela cidade. Os pigmeus não gostaram da forma como Gulliver apagou o fogo e ele teve que partir.
Voltou a embarcar e foi parar a um circo na Terra dos Gigantes.
Depois voltou a embarcar e foi parar à Ilha dos Cavalos. Ao princípio os cavalos pensaram que ele era uma espécie de macaco.
Passado algum tempo Gulliver patiu e parou em Lisboa. Era o Reinado de D. João V, século XVIII e nesse século vinha muito ouro do Brasil.As Damas da Corte eram muito vaidosas.
Depois de passar uns tempos em Lisboa Gulliver partiu para novas viagens.
Inês Leite 3ºano 17/12/2008

Mais uma história

Água mole em pedra dura tanto bate, até que fura.
(texto realizado no âmbito do projecto Sbientar)

Era uma vez um menino chamado Leopoldo.Tinha um cão e vivia numa cidade.
Um dia, quando saiu com o seu cão para passear, viu tanto lixo que voltou logo a casa buscar mais um saco para o apanhar. Ele já levava um saco, mas era para os cocós do cão.
No seu passeio também viu árvores mortas por causa da poluição e dos fogos florestais.
Leopoldo ficava triste por ver o ambienta tão mal tratado.
À noite, sonhou que ele e o seu cão andavam pelo mundo a avisar dos perigos do buraco do ozono. Mas na verdade era só um sonho!
Quando ele acordou decidiu que a sua profissão seria cuidar do ambiente.
Passado muitos anos e muito trabalho, um dia o Leopoldo pode dizer:
- UAU! O meu sonho realizou-se! Toda a gente respeita o ambiente.
Leopoldo já era adulto, mas todos se lembravam do pequeno Leopoldo que com o seu cão percorria as ruas e avenidas e ensinava as pessoas a apanhar os cocós dos animaise e a separar os lixos.
Todos se lembravam do pequeno Leopoldo que um dia fez cartazes e espalhou pela cidade pedindo aos adultos que respeitassem o ambiente.
Todos se lembravam do pequeno Leopoldo que convenceu quem mandava colocar ecopontos em todos os bairros e as pessoas a fazerem ecopontos domésticos.
Muitas vezes Leopoldo perguntou ao seu cão, fiel companheiro se valia a pena terem tanto trabalho pois era muito difícil convencer os crescidos. O cão ladrava e parecia dizer:
- Força, vamos continuar que a água mole em pedra dura tanto bate, até que fura!

David Salomão 3º ano

Os Amigos do Natal

No dia 4 de Dezembro, fomos ao Centro Cultural de Congressos, ver um espétaculo chamado“ Os Amigos do Natal”.
Ouvimos e vimos dramatizações das danças e cantigas dos Operários de Natal.
Os Operários de Natal eram os: o pasteleiro, o lenhador, a costureira, a carteira e os palhaços.
Foi interessante.
Inês Leite

Restauração da Independência

Em 1580, Portugal perdeu a independência, depois de D.Sebastião desaparecer no Norte dfe África e não ter filhos.
Em 1640 um grupo de portugueses preparou em segredo acabar com o domínio Espanhol.
No Terreiro do Paço, em Lisboa, quando tocaram as badaladas das 9h, os revoltosos invadiram o Paço da Ribeira onde vivia a duquesa Mântua. Miguel de Vasconcelos, que era o secretário da duquesa escondeu-se num armário, mas foi apanhado e foi morto
D. Miguel de Almeida foi para a varanda e gritou:
- Liberdade! Liberdade! Viva o rei D. João IV.
Então, Portugal voltou a ser independente, ao fim de 60 anos de domínio Espanhol.
David

Em 1580 D. Sebastião morreu no Norte de África, numa batalha, sem se ter casado e sem ter filhos.
Os castelhanos invadiram Portugal e nas Cortes de Tomar anunciaram Filipe II de Espanha rei de Portugal.
Assim nasceu a 3.º Dinastia que foi a Filipina.
A dinastia Filipina durou 60 anos e os portugueses já estavam fartos de ser dominados pelos castelhanos..
Em 1640, um grupo de portugueses invadiu o Paço da Ribeira, às 9 horas da manhã. A Duquesa de Mântua, que era a regente, rendeu-se e o seu secretário Miguel de Vasconcelos escondeu-se num armário, mas depois foi atirado para a rua, por uma janela.
Um dos portugueses foi à janela e gritou que Portugal estava livre.
O rei seguinte foi D. João IV, Duque de Bragança e começou a 4.ºdinastia que também foi a última.
Gonçalo 3º ano

As histórias que inventamos


Os Pefassós expulsam Surdina
Há muito tempo atrás, o irmão de Surdina convenceu os pefassós a mandar Surdina embora por ser um pefassáo diferente.
Desde aí, Surdina arranjou uma casa muito velha, longe da cidade.
Há quem diga que essa casa estava assombrada!
No primeiro dia, Surdina assustou-se, mas foi - se habituando, à casa.
Pef, Soraia, Fafy gostavam muito de Surdina e por causa disso resolveram fazer-lhe uma visita. Mas havia um problema: eles tinham medo de entrar naquela casa. Apesar do medo foram.
Quando bateram à porta, ninguém a abriu! Passado cinco segundos a porta abriu-se sozinha! Não resistiram e entraram.
Viram a casa de uma ponta à outra, mas não encontraram Surdina, só encontraram o medo!
Pois claro Surdina estava escondido atrás deles, brincando ao esconde, esconde.
Entretanto Fafy apercebeu-se que estava alguém atrás!
Soraia, Fafy e Pef imploraram-lhe para se juntar, a eles:
- Anda lá, volta. – Pediram eles em coro.
- Não posso. – Afirmou Surdina.
- Porquê? – Perguntou Pef.
- Por que me expulsaram de lá. E se eu voltar mandam-me prender. Por isso não vou.
- Se não vens para ao pé de nós, vimos nós para ao pé de ti. – Disse Soraia.
- Como?
- Fácil, pegamos nas tensós e montamo-las no teu jardim.
Foi mesmo o que aconteceu e os amigos viveram felizes para sempre.
Sofia Maio 3º ano 26/11/08


Viagem inter planetária
Era uma vez dois esqueletos!! Eles moravam num planeta chamado Fifa .
Em Salpiga, no planeta ao lado, moravam um índio e um dragão.
Era véspera de Natal e andavam todos a enfeitar suas casas.
A máquina do tempo passou Fifa e Salpiga e os quatro decidiram viajar até ao Egipto, no planeta Terra.
Quando chegaram viram os escravos a trabalhar, fazendo as pirâmides.
Eles foram ter com a rainha Cleópatra e perguntaram:
- Podemos passar aqui uns dias?
- Não, claro que não!Não queremos aqui estranhos.
- Está bem rainha.
Mas o índio, os esqueletos e o dragão não se foram embora!
No dia seguinte, quando a rainha soube que a sua vontade não tinha sido respeitada mandou que fossem castigados, ao amanhecer.
Então um escaravelho avisou o dragão e todos se foram embora, antes que a rainha acordasse.
Quando chegaram ao seu planeta viram as prendas por baixo da árvore de Natal.
David Salomão. 3ºano 26/11/08

domingo, 23 de novembro de 2008

Eco Mosqueteiros

A Ângela da Suma veio à nossa escola contar-nos a história do Bartolomeu que é um Eco- Mosqueteiro.
Os Eco Mosqueteiros protegem o Ambiente.
Nós também queremos ser Eco Mosqueteiros e por isso temos que nos RESPONSABILIZAR, temos que RESPEITAR o ambiente, temos que REDUZIR o lixo, REUTILIZAR os objectos e separar para RECICLAR.
Agora o nosso grito é " UM POR TODOS, TODOS PELO AMBIENTE"

texto ditado à professora pelo Ricardo 1º ano

terça-feira, 11 de novembro de 2008

S. Martinho

Era uma vez um soldado Romano chamado Martinho, que tinha nascido em França.
Ele era muito rico, porque só os soldados ricos tinham cavalos.
Um dia, de Outono, ele ia de Roma até França e estava uma tempestade horrível.
No seu percurso ele encontrou um mendigo a pedir esmola.
Ele desceu do seu cavalo, tirou a espada, cortou a capa e deu metade ao mendigo.
Jesus, ao ver aquela boa acção e para eles não terem frio, mandou mudar o tempo para sol.

Isto é uma lenda para justificar ser costume no dia 11 de Novembro a chuva parar e vir o sol, tal como hoje.

Ricardo 1º ano e Gui 3º ano

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Notícias do Pai Natal

Hoje, à tarde passou pela nossa sala uma Duende e um Soldadinho de Chumbo. Vieram dizer-nos que o Pai Natal estava para chegar e que só dava presentes aos meninos que lhe escrevessem uma bela carta.
Pois é temos que aprender a escrever depressa para escrever ao Pai Natal.
A Duende e o Soldadinho de Chumbo ofereceram-nos lápis para pintarmos. Tirámos uma foto antes de eles se irem embora para continuarem o trabalho, que é avisar que o Pai Natal está para chegar e quer meninos e meninas que saibam ler e escrever muito bem

Como são os Materiais vistos no Microscópio?



Hoje na actividade experimental, no nosso laboratório, estivemos a observar materiais no microscópio.
Em primeiro observámos, a olho nu, um pedaço pequeno de papel com o número um impresso. Em seguida observámos o mesmo material com a lupa. Depois vimos no microscópio.
Observámos que a tinta estava espalhada e também vimos bolhas de ar.
Vimos também a casca de cebola, com um corante alimentar, no microscópio.
Observámos as células da cebola e o corante a fazer efeito.
Também vimos o sangue da professora Quicas, porque ela se cortou numa lamela.
Vimos que o sangue dela tinha várias formas.
Observámos depois o sangue da professora Sandra. A professora Sandra é a professora de actividades experimentais, nas AEC e veio-nos auxiliar. Ela picou-se, de propósito, para nos mostrar o sangue dela. Vimos que o sangue dela parecia um mar de grãos de arroz.
A professora Sandra também nos explicou o que era uma lâmina, que é um vidro fino rectangular e também ficámos a saber o que é uma lamela, que é um vidro ainda mais fino rectangular. O material que queremos observar coloca-se entre a lâmina e a lamela.
No fim da aula experimental os alunos disseram que tinham adorado estas experiências.

texto grupo 3º ano

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Uma viagem ao mundo MÁGICO da DANÇA


No dia 24 de Outubro fomos ao Teatro Aveirense. Vimos o espectáculo “ Viagem ao mundo MÁGICO da DANÇA”.
Neste espectáculo os bailarinos contaram-nos como foi a evolução da DANÇA.
Ficámos a saber que a dança CLÁSSICA começou em FRANÇA.e era dançada para os REIS.
Para quem não sabe a dança CLÁSSICA é o BALLET.
No BALLET os bailarinos têm que se preocupar com os pés.
Com o passar do tempo a dança foi EVOLUINDO e agora a dança chama-se dança CONTEMPORÂNEA.
Também vimos um excerto do “Barbeiro de Sevilha” e também de dança contemporânea.
Depois viemos para a escola.

Comentário:
Acho que os bailarinos estavam muito concentrados e dançavam muito bem e devem ter trabalhado muito para esta representação.

Guilherme
29/Outubro/2008

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Os Ovos Misteriosos

O primeiro livro escolhido para ser lido e trabalhado, no nosso Plano de Leitura, foi o livro da Luisa Ducla Soares, " Os Ovos Misteriosos".
A professora leu a história, fizemos uma ficha de leitura colectiva, em painel, para os nossos colegas do 1º ano aprenderem como se faz uma ficha de leitura. Nas nossas fichas de Leitura só costumamos escrever as sinopses, mas como esta história era muito bonita resolvemos recontá-la:

Era uma vez uma galinha que já tinha posto muitos ovos.
A galinha estava farta que a dona lhe tirasse os ovos, todos os dias. E decidiu que ia fugir para a mata, para conseguir ter um filho.
Um dia apanhou a porta aberta e esgueirou-se da capoeira.
A galinha fez um ninho e pôs um ovo, e foi procurar comida na mata.
Quando chegou qual foi o seu espanto ao ver mais quatro ovos, no ninho.
Chocou-os todos e nasceu um papagaio, um pinto, uma avestruz, um crocodilo e uma serpente.
O pinto cresceu e ficou frango.
Um dia um menino veio buscar um frango: a serpente mostrou o seu veneno e o menino fugiu para o lago.
No lago veio o crocodilo abriu-lhe a boca e o rapaz fugiu ainda mais.
Do cima da árvore o papagaio disse:
-És ladrão,
És ladrão
Vou prender-te
Na prisão.
A avestruz faz passos de polícia e o menino pensou que era mesmo um polícia e fugiu largando o frango.
A galinha para festejar a amizade dos irmãos que salvaram o frango fez um bolo com cinco camadas diferentes. Uma para cada um dos filhos, com os alimentos que eles mais gostavam.
E os filhos agradeceram o bolo com uma canção.
Inês Leite 3º ano

Era uma vez uma galinha que queria ter um filho, mas a dona tirava-lhe os ovos.
Um dia, a galinha esgueirou-se da capoeira, para a mata.
Primeiro a galinha arranjou o ninho. Depois a galinha pôs 1 ovo e foi à procura de comida.
Quando voltou o seu ninho tinha 5 ovos, todos eles com tamanhos diferentes!!
Como não sabia quem tinha posto os ovos, resolveu chocá-los a todos.
Primeiro nasceu um papagaio!
Segundo nasceu um pinto.
Passado mais ou menos um mês nasceu uma avestruz!
Passado 8 semanas nasceu um crocodilo!!
Ao fim de 6 meses nasceu uma serpente!
A mãe galinha amava a todos da mesma maneira.
Um dia, um rapaz tentou roubar o frango mas não conseguiu, porque todos os irmãos se uniram para o salvar.
A mãe galinha fez um bolo grande para festejar a amizade que existia entre os seus filhos.

Sofia Maio 3º ano

Viagens no aparelho digestivo


O Nix era um extraterrestre que viaja a na sua nave microscópica.
Um dia a sua na nave ficou sem gasolina. Teve que aterrar de emergência e
aterrou nas batatas do Gui que o comeu!
Primeiro passou pela a boca e lá dentro andou aos trambolhões entre os dentes, a língua e a saliva e virou papa. As batatas disseram-lhe que ele agora era o bolo alimentar.
Quando o Gui engoliu, o Nix passou pelo esófago e foi parar ao estômago. Lá dentro viu os sucos gástricos que formaram uma pasta que se chamava o quimo.
Esta massa passou depois pelo o intestino delgado e com os sucos do pâncreas e do fígado o Nix já tinha outro nome, disseram-lhe que se chamava quilo. Passou depois para o sangue e ficou no corpo do Gui para lhe dar energia.

Guilherme


O Nix estava na sua nave quando de repente bateu numa maçã.
Quando se apercebeu disso já estava na boca de um menino às cambalhotas.
Depois passou por um canal que se chamava esófago até chegar ao estômago.
Aí no estômago transformou-se em quimo com ajuda dos sucos gástricos.
Depois foi para o intestino delgado onde se transformou em quilo.
Quando deu por ela o Nix estava a viajar por estradas estreitinhas e já era vermelho !!
Um dia , o menino caiu na escola e qual não foi espanto do Nix quando voltou a ver a luz do Planeta Terra .
Voltou para o seu planeta e contou as aventuras que teve na Terra.

Gonçalo

Era uma vez um E.T chamado Reco.
Ele decidiu ir com o seu amigo ver o corpo humano.
Então, quando eu estava a comer a minha pizza os E.Ts aterraram nela.
Passaram pela minha boca, andaram às voltas na minha língua, com a minha saliva e andaram por entre os meus dentes.
Depois de mastigados o amigo do Reco disse-lhe que agora eram um bolo alimentar.
Desceram pelo esófago e foram até ao meu estômago
Vieram os sucos gástricos e formaram uma pasta cremosa. O Reco soube , porque o amigo o voltou a informar , que agora já tinha outro nome, era o quimo. Depois como eles eram muitos nutritivos foram para o intestino delgado e depois foram para o meu sangue.

David







quinta-feira, 9 de outubro de 2008

60 Anos Da Carta De Declaração Dos Direitos Humanos

Nós aqui pensamos que :

Temos direito a mais tempo com o papá e a mamã. –Professora e todos
Direito a ter família e ser feliz. - João Pedro e Inês Leite
Direito a um mundo colorido. - Cláudio
Direito ao conhecimento e informação. – David S.
Direito a ser respeitado. – Guilherme
Direito a ser diferente. João, Inês e Diana
Direito à amizade. – Igor
Direito à liberdade. – Jéssica
Direito á Paz e à alimentação. Jessica
Direito a viver sempre. – Cláudio
Direito à alimentação. – Inês L.
Direito a viver bem. -Ana Maria
Direito ao emprego e trabalho. – Todos
Direito a brincar e ter brinquedos. – Miguel
Direito à Escola.- Adriana
Direito a aprender bem. – Guilherme
Direito a viver. – Fábio
Direito ao descanso. – Inês L.
Direito de ter amor e carinho. – Guilherme
Direito a viver a Arte e a Cultura. – Sofia e Guilherme
Direito a Viajar. Ricardo

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Xadrez


Em Setembro começaram as aulas e o xadrez começou hoje. Enquanto os do 1ºano aprendiam a movimentação de algumas peças (a torre, o bispo e o peão), nós, os do 3ºano, estivemos a jogar xadrez. O professor Dinis só veio hoje porque esteve com os meninos apurados nos campeonatos mundiais em Montenegro.
David Salomão 3ºano

No dia 3 de Outubro o xadrez recomeçou para nós.
Enquanto os do 1ºano estiveram a aprender o nome das peças e a movimentar o peão, a torre, o bispo nós fomos jogar.
Para quem não sabe o xadrez é um jogo de estratégia e faz parta da nossa área curricular de matemática porque nos ajuda a estar atentos e a resolver problemas.
Guilherme 3ºano


quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Nas comemorações do Dia Mundial Da Música ...O que eles disseram

- A música é para as pessoas dançarem e ouvirem (André-1ºano)
- A música é cantar (Diana-1ºano)
- A música é cantar, dançar e ouvir (Claúdio-1ºano)
- A música é cantar, dançar e ver na televisão (Ana Maria 1º ano)
- A Música é cantar e tocar (André Filipe)
- A Música é dançar e ouvir (David)
- A música é ouvir (João Pedro)
- A música é ouvir, dançar, tocar e ver na televisão (Diogo)

Depois imaginem que o grupo e as músicas preferiras da maioria são dos D´zrt(! !) .
Ouvimos música Clássica, excertos de de ópera, Jazz, gaita de foles e hip hop e descobriu-se que a música era muito mais...
Vamos continuar a descobrir sons do mundo e portugueses para ver se os gostos se modificam!!!

O meu brinquedo preferido é... Foi-me dado

1º ano
A biciclete. -Foi dada pelo Pai Natal. Diogo
Um carro – Foi-me dado pela mãe - Fábio
A bola – Foi-me dada pelo patrão do meu pai - António
Jogos no computador – jogo com o pai - José Miguel
Os carros hotwheels . Dados pelo pai - João Pedro
As bonecas. Dadas por muita gente. - Jessica
Jogar à bola – Foi o meu pai que me deu a bola.- André Filipe
Andar de bicicleta .– Foi a minha avó que me deu a bicicleta. - David Madail
Andar de bicicleta. Foram os padrinhos que deram. –Ana
A bola . Foi o João que deu. - Cláudio
A bola.Foi o pai que deu. - André Oliveira
As cartas. Jogo com o pai . -Diana
Jogar no computador. Foi o pai e mãe que compraram o computador. -Inês Sofia
A boneca que a mãe deu - Adriana
Andar de bicicleta que já era do mano. - Ricardo
3º ano
Jogar à bola. Quem deu a bola foi a mãe. -Igor
A rata de peluche kiki que as primas da Venezuela deram. - Ana Rita
Os animais de brincar que a mãe deu - Gonçalo
A gata kitty que uma amiga da mãe deu. - Inês Leite
A playstation que o pai e mãe deram. - Gui lherme
O insuflável que o pai e mãe deram. -Sofia
Os meus animais de peluche que muita gente me deu. - David

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Poemas para o Outono


Outono
Que bela estação!
São folhas
de várias cores
que cobrem o chão.
Outono
São as vindimas
e as castanhas
a assar,
Com o vinho novo
a acompanhar .
Guilherme 3ºano

O Outono chegou
Eu estou feliz.
Vamos festejar
A sua chegada
Ao nosso país.
O Outono chegou.
Levo na sacola,
O sonho de crescer,
E muito aprender
Ana Rita 3ºANO

Outono
Tapetes de folhas
De mil cores.
Árvores
Que se despem,
São as vindimas
E
As andorinhas
A emigrar.
É o vinho novo
e
O S.Martinho
Para o provar
David .S 3ºano

No Outono
Mudam as cores
Os pássaros partem
Há outra luz
Gonçalo º3 ano

Outono
São as vindimas,
São as castanhas,
É o vinho novo
Para provar.
Outono
Cores a mudar.
Verde
Laranja
Vermelho
Amarelo
Para a natureza enfeitar.
Outono
As aulas já começaram.
Terei que me agasalhar?
Outono
São animais a prepararem-se
para hibernar
São as andorinhas,
a emigrar.
Inês L. 3º ano



segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Não há Magalhães que resista

É um desespero programar aulas que passam pelas TIC e todos os dias chegar à escola e não ter tinteiros para imprimir, não ter Net, não ter quadro electrónico calibrado...
E depois, as crianças que não têm Net em casa cheias de curiosidade para verem os seus trabalhos que colocam na pen e eu em casa coloco no blogue e... e... nada.
Quem avalia quem não nos dá condições para trabalhar? Ah! eleições!!Pois. Mas ainda faltam uns meses...
And the show must go on!
Amanhã já vou contar aos meus Meninos este meu desabafo e ainda nos vamos rir com as desgraças e com o significado da expressão inglesa, neste contexto tão português. Sim porque os que estão comigo desde o 1º ano conhecem o valor das ironias e das metáforas.
Bem, nunca pensei escrever assim no blogue que é das crianças, mas a verdade é que assim não dá, e pronto. Ponto final ou talvez não porque aproveito para dizer que não se incomodem com o Magalhães aqui para Oliveirinha porque para máquina de dactilografar já temos na sala três computadores.
A professora

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

A propósito dos livros eis a opinião dos colegas do 1º ano registadas para o blogue pelo Gui e pelo David do 3º ano

Gosto dos livros porque:

Gosto dos livros para aprender a escrever. (Diana)
Gosto dos livros para aprender a ler. (André Oliveira)

Gosto dos livros para ver as histórias. (Diogo)
Gosto dos livros para ler e escrever. (Cláudio)
Gosto dos livros para ver e ler histórias. (André Filipe)
Gosto dos livros porque tem coisas interessantes, tipo animais. (David Madail)
Gosto dos livros porque quero aprender a ler. (João Pedro)
Gosto dos livros porque quero aprender a ler, a escrever e contar histórias também. Também quero aprender com as imagens. (Jéssica)
Gosto dos livros para aprender a ler e a ver as palavras. (Miguel)
Gosto dos livros porque a minha mãe comprou-me três livros. (Adriana)
Gosto dos livros porque tenho uma data deles lá em casa. (Ricardo)
Gosto dos livros porque tenho muitos em casa. (João Miguel)
Gosto dos livros para ler e para escrever. (António)
Gosto dos livros porque quero aprender a ler e a escrever e porque a mãe conta-me histórias (Inês Sofia)Gosto deles porque têm contos. (Fábio)

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

A propósito dos livros...

Para mim um livro é um conjunto de folhas que podem falar de muitas coisas, também é um bocado do mundo, que me dá uma imaginação infinita.
Guilherme 3ºano
Os livros servem para ler, desenhar, escrever e servem para aprender e para distrair .
David 3ºano
Os livros são aventuras noutros planetas. Coisas novas.
São histórias de princesas, reis, ladrões, castelos, dragões…
Um livro é um amigo!
Sofia 3ºano
Os Livros são maravilhas perfumadas.
São histórias de flores, de países, de encantos, da lua, dos foguetões, dos meninos, das pessoas e de tudo que há no mundo!
Inês 3º ano
O livro é um Mundo de magia onde tudo pode acontecer.
Pode falar de coisas interessantes da Natureza tipo vulcões, dinossauros e…
Um livro pode conter informações preciosas por exemplo: Aveiro tem muitos moliceiros a estragar-se fora de água.!
O livro pode ser como notas de musicais, com sons maravilhosos.
Ana Rita 3º ano
Para mim um livro é um amigo que tem muitas folhas cheias de segredos que nós temos que descobrir, para saber muitas coisas mais.
Gonçalo 3º Ano

Um beijo na Mão

Guilherme 3º ano
Ricardo 1º ano
Miguel 1º ano
Ana Rita 3º ano






A primeira história do resto das nossa vidas...

Um Beijo na Mão
Era um vez um guaxinim que quando chegou a altura de ir para a escola não queria ir porque tinha muitas saudades da sua mamã.
Então a mamã disse-lhe que a professora coruja era muito amiga dos alunos e deu-lhe um beijo na mão e disse-lhe para, quando tivesse saudades, encostar a mão à cara e sentir o carinho dela.
O guaxinim foi então muito contente para a escola e contou aos amigos como é que ele e a mãe faziam para se sentirem sempre juntos.
Os amigos começaram a fazer o mesmo e foram todos, sempre contentes, para a Escola.

História recontada oralmente pelo Ricardo Peralta 1º ano.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Estamos sem Net

Os meninos do 3º ano já têm textos e desenhos para colocar no Blog e os do 1º ano estão desejosos por o conhecer, mas é sempre a mesma coisa SRª Ministra, nunca temos Internet!!!
Vamos vêr amanhã. Até já...
A professora

terça-feira, 16 de setembro de 2008

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Trabalho da Área de Projecto - 200 Anos da Reabertura da Barra de Aveiro

1808 -2008
200 Anos da Reabertura da Barra de Aveiro

Século X
A barra era uma baía aberta junto à foz do Rio Vouga

Século XI
Ventos e marés começam a formar dois cabos de areia, um vindo do Norte, de Espinho, e o outro vindo das Gafanhas.

Século XII
1143
À data da fundação de Portugal os barcos entravam e saíam a barra ainda sem obstáculos.

Século XIV
Aveiro tinha 14000 habitantes cerca de 300 embarcações e mandava 60 naus à Terra Nova.

Século XVI
1575
A barra fechou e Aveiro vai transformar-se numa ilha de miséria, logo e moléstias.
1578
Morte de El Rei D. Sebastião em Alcácer-Quibir.
1580
Filipe II de Espanha promete ao povo de Aveiro que se o apoiar dará à vila o ouro e a prata que ela precisa para voltar a ter a vida desafogada de antigamente.
Aveiro aclama Filipe II de Espanha, I de Portugal. Mas as promessas não se cumpriram.

Século XVIII
1720
A morte e a desolação aumentavam em Aveiro. A barra andou, andou e foi até à Vagueira.

"Somos o barro, somos a lama, feitos de lodo, ninguém nos chama.
Somos o barro, somos a lama, a noite inteira é nossa cama." *

Nem no reinado de D. João IV, nem nos reinados de D. Afonso VI, D. Pedro II, D. João V, D. José e D. Maria se conseguiu resolver o problema da abertura da barra.

Só com D. João VI o povo de Aveiro teve mais sorte. No dia 2 de Janeiro de 1802 o Rei ordenou que o Coronel Oudinot e o seu genro Engenheiro Luís Gomes de Carvalho deixassem os trabalhos nos portos de Leixões e do Porto e fossem para Aveiro.

Mas para segurar as águas faltava a pedra. Então o Rei D. João VI autorizou a utilização das pedras da muralha da cidade para a construção do paredão da nova barra.

O Coronel Oudinot teve que abandonar o projecto da abertura da barra de Aveiro e o Engenheiro Luís Gomes de Carvalho decidiu definitivamente e contra tudo e contra todos que a nova barra seria reaberta no seu local original

3 de Abril de 1808, 07 horas da tarde, a laguna já tinha um nível de 2 metros sobre a água do mar

Luís Gomes de Carvalho acompanhado por sua mulher e poucos colaboradores mandou que se tirassem as estacas e a força imensa das águas da laguna lançou-se no mar, reabrindo a barra definitivamente.

3 dias depois Aveiro já estava limpa, também graças a uma boa chuvada que ajudou a lavar as ruas.

"Ó Aveiro, ó Aveiro,
Terra da minha alegria,
embarcaste num veleiro,
tornaste na maresia." *

Texto colectivo elaborado com base no texto *"A Longa Marcha para o Esquecimento", de Jaime Gralheiro
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terça-feira, 24 de junho de 2008

A Escola tem mais encanto

A Escola tem mais encanto
Na hora da despedida
Por muitos anos que eu viva
Vou lembrá-la toda vida.
Adaptado do fado "Coimbra tem mais encanto"
P.S: A professora diz que nós não vamos partir porque ficamos para sempre no seu coração.
E nós dizemos que a nossa Quicas ficará sempre no nosso coração.

Mais um ano lectivo que termina



Mais um ano lectivo que acaba, e para quinze de nós, os do 4º ano, também termina um ciclo.
Vai deixar saudades. Vamos ter saudades dos professores, das funcionárias, Anas e Sandra, das nossas salas enfeitadas com os nossos trabalhos, do nosso pátio pobre mas espaçoso, do nosso blogue…
Nós, os seis do 2º ano, vamos continuar com a nossa professora. Vão juntar-se a nós meninos e meninas do 1º ano e nós prometemos, aos nossos colegas que vão partir, que vamos continuar com o blogue e esperamos que eles nos enviem muitos comentários.
Nós, os do 4º ano, tivemos vários professores.
Do 1º ano e do Prof. Fernando lembramos as primeiras frases simples que aprendemos, como:”O bebé come a papa”. A Inês Cristiana lembra quando a professora Glória, na Costa do Valado, a mandava ir escrever ao quadro. E foi a professora Glória que a acompanhou até vir para a nossa escola. A Sásquia lembra-se do mesmo só que já não se lembra do nome da professora do 1º ano, da escola das Barrocas.
Se o professor Fernando fosse um animal era um cão e se fosse uma cor era castanho. A professora Glória era um coelhinho branco e a professora do 1º ano da Sásquia era uma coelhinha branca e preta!!!
No 2º e 3º ano foi a professora Adélia que esteve sempre ao nosso lado. Se ela fosse um animal era uma gatinha branca. Com ela lembramos os trabalhos que fizemos acerca das plantas e dos animais. A professora do 2º e do 3º ano da Sásquia era a professora Anabela, e dela a Sásquia lembra quando aprendeu a resolveu problemas mais difíceis. E se ela fosse um animal era uma borboleta roxa.
Finalmente, no 4ºano, ficámos com a professora Conceição, mais conhecida por Professora Quicas. Se ela fosse um animal era uma borboleta, com as cores do arco-íris. A Sásquia acha que ela era um golfinho azul turquesa, e a Sofia, a Inês Leite e o David, do 2º ano, acham que ela era um papagaio verde!
Nós chamamos-lhe o “O monstro das canetas” porque ela nunca sabe onde as mete. Ela é “Palhaça”, brincalhona e muito exigente.
Deste ano recordamos o momento em que descobrimos o prazer da leitura, as actividades experimentais, as visitas de estudo, os momentos de criatividade dedicadas à arte, dentro e fora da escola.
A Micaela e o Hugo lembram, ainda, a professora Graça que os ajudou a lutar contra as suas dificuldades.
Texto colectivo Quiquinhos

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Quadras para o S. António

Ó meu rico Santo António
Hoje é o teu dia.
Vamos fazer-te umas quadras
Passá-lo com alegria.
Ó meu rico Santo António
O teu dia vou festejar
Vou comer umas sardinhas
Passar a noite a bailar.
( Cristiana )
Hoje é treze de Junho
Dia de Santo Popular
Viva o Santo António
O primeiro a chegar.
(Samuel)
Ó meu rico Santo António,
Agora tens que esperar.
Para te fazermos quadras,
Temos que as fichas acabar.
(Professora)
Ó meu rico santo António
És Santo casamenteiro!
Ainda não quero casar,
Quero saúde e dinheiro.
(Rita, Rodrigo, Bárbara)
Ó meu rico Santo António,
És protector das crianças.
Faz-nos o mundo melhor,
Onde não se percam esperanças.
(Colectivo)
Ó meu rico Santo António.
Vão de férias os meus Quiquinhos.
Como vou eu passar,
Sem os seus doces miminhos.
(Professora)

Passeio escolar



6 de Junho.
Três viagens numa só.
No Mosteiro da Batalha viajámos na História.
Nas Grutas de Mira De Aire viajámos na Geologia e na Mineralogia.
Em Fátima viajámos à Arquitectura e a Arte.

Século XIV, depois da morte de D. Fernando, os Portugueses escolheram D. João I Mestre de Avis para rei de Portugal. Mas D. João de Castela, casado com D. Beatriz, filha de D. Fernando, não gostou e as tropas de Castela invadiram Portugal. D. João I sabia que as tropas Castelhanas estavam em maior número do que as tropas Portuguesas. Com Nuno Alvares Pereira, D. João preparou o encontro dos exércitos e ainda prometeu a Nossa Senhora que lhe mandaria construir um monumento que teria o nome de nossa Senhora da Vitória. Em 1385 os Portugueses venceram os Castelhanos na Batalha de Aljubarrota e D. João I cumpriu a sua promessa. O arquitecto Afonso Domingues dirigiu as obras até ficar cego. Então outros arquitectos vieram para continuar a obra que foi abandonada no reinado de D.Manuel, pois este rei preferiu investir na construção do Mosteiro de Jerónimos, em Lisboa.
O Mosteiro da Batalha é um exemplo do gótico em Portugal principalmente a igreja com a planta em cruz latina. Viajámos então a Capela do Fundador, onde estão os túmulos de D. João I e de D.Filipa de Lencastre e de alguns dos seus filhos. Depois passámos pela Capela de Santa Joana, bisneta de D.João I que não tem lá túmulo porque foi sepultura no Mosteiro de Jesus em Aveiro onde viveu e morreu. Passámos ao Claustro Real que dá para a Sala do Capitulo onde observámos a abóbada feita em quatro meses por Afonso Domingues, já cego, depois da primeira abóbada ter caído.
D. João I teve de voltar a chamar Afonso Domingues para reconstruir a abóbada da Sala do Capítulo e se “a abóbada não caiu a abóbada não cairá.”
O túmulo do Soldado Desconhecido, lembrando todos os Soldados Portugueses mortos em batalhas, encontrasse na sala do Capítulo e nós assistimos ao Render da Guarda.
Visitámos então dois Claustros: Claustro Real e o Claustro de D. Afonso V. O Claustro Real era mais bonito, tinha o Calcário todo rendilhado, mas tinha só um piso. O Claustro de D. Afonso V era mais simples, mas já dois pisos.
Finalmente visitámos o Panteão de D. Duarte ou Capelas Imperfeitas, porque nunca chegou a ser feita a abóbada central que o havia de cobrir.
Não foi por acaso que a rocha escolhida para construir o Mosteiro da Batalha foi o calcário. É que naquela região a rocha predominante é o calcário, uma rocha mole e permeável.
Nas Grutas de Mira de Aire pudemos observar como os movimentos geológicos criaram uma maravilha subterrânea. As águas das chuvas infiltraram-se e ao chegar às Grutas formam-se pequenas gotas, que ficam suspensas nos tectos e que vão “crescendo” ao longo dos séculos, formando as estalactites ou “crescendo” a partir do chão, formando as estalagmites. As estalactites “crescem”, em média, num século um centímetro enquanto as estalagmites “crescem” apenas um milímetro. Quando uma estalagmite e uma estalactite se encontram, forma-se uma coluna.
Nesta viajem, ao interior da terra, estivemos em espaços, onde a Natureza se organizou de forma diferente, e que ganharam nomes dados pelos homens: Sala Grande, Sala Vermelha, Sala de Esparguete. Vimos as cascatas e os lençóis de água a 110 metros de profundidade, numa experiência que nunca esqueceremos.
Finalmente, em Fátima visitámos a nova basílica com uma forma circular como se fosse o Mundo, ou os Homens numa roda de mãos dadas. Portas grandiosas correspondendo cada uma a um apóstolo onde se encontram gravados excertos dos seus evangelhos. Depois no interior observámos o grande painel do altar feito com metais preciosos e ao centro uma escultura de um Cristo tão agressivo como foi o acto da crucificação, num estilo bem diferente do resto do Santuário.
texto colectivo 2ºe4º ano Quiquinhos

terça-feira, 13 de maio de 2008

Princesa Santa Joana





Era uma vez um Rei chamado D. Afonso V e D. Isabel sua esposa.
Eles tiveram uma filha e deram-lhe o nome de Joana. Ela era muito bonita.
Também tiveram um filho e deram-lhe o nome de João.
A Princesa queria ser freira por isso é que recusou casar com três príncipes.
O pai não a deixou ir para freira em Aveiro porque quando ele fosse para as guerras com o seu irmão ela tinha que vir tomar conta do Reino.
Como ela estava sempre a pedir para ir para um Convento ele pensou duas vezes e disse que ela podia ir para o Convento de Odivelas que era mais rico.
Depois de estar uns tempos em Odivelas ela voltou a dizer que queria ir para o Convento de Aveiro, que se queria afastar da corte.
O pai, D. Afonso V, deixou- a ir para o Convento de Coimbra, pois o de Aveiro era muito pobre para uma princesa.
Ao chegar a Coimbra ela disse para seguirem para Aveiro.
A Princesa ficou no Convento de Aveiro.
O Rei, primeiro ficou zangado mas depois deu dinheiro para melhorar o Convento.
Ela semeou flores no Convento.
Quando a Princesa morreu diz-se que as flores caíram em cima dela, quando o funeral passou no jardim do Convento.

Guilherme 2º ano
13/05/2008

CAMPEÕES DE XADREZ

(para mais informações sobre este campeonato clicar no título desta mensagem)


10 de Maio de 2008

Os Quiquinhos: Guilherme Sousa, Rita Vieira, Rodrigo Vieira e Samuel Ferreira foram os CAMPEÕES Primeiro lugar do I Campeonato de Xadrez Inter- Escolas de Aveiro.
Rodrigo- Gosto de jogar xadrez porque desenvolvo o meu raciocínio. Quando ganhei fiquei muito alegre por ter ganho a 1º vez.
Rita - Gosto do xadrez porque desenvolvo a concentração. Fiquei nervosa e emocionada quando ganhámos.
Samuel - Gosto de Jogar xadrez porque me divirto com jogos de raciocínio e estratégia. Fiquei alegre por termos ficado em 1º lugar.
Guilherme -
Professora- Quando os meus alunos ganharam fiquei muito emocionada. Os meus Quicos são os maiores.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Viajando por galáxias da cultura

8 de Abril de 2008.
Depois de muitos contactos a nossa turma conseguiu transporte para viajar até à galáxia da cultura.
9 horas da manhã. O “foguetarro” da Câmara Municipal de Aveiro aguardava já os tripulantes, que éramos nós.
Hora de partir e uma das comandantes da tripulação ainda não havia chegado, devido a problemas no trânsito da nossa galáxia.
9 horas e 30 minutos, o “foguetarro” descola em direcção ao passado, onde visitámos a velha cidade do Porto.
11 horas, o futuro esperava por nós na “nave espacial”, conhecida por Casa da Música.
“AH!! Quem desenhou esta nave?!”
E o espanto aumentou conforme íamos descobrindo os espaços. Nada se nos escondia. A luz penetrava através de enormes painéis de vidro iluminando o auditório central onde a orquestra ensaiava.
Da Sala Laranja à Sala Roxa, passando pelo corredor suspenso e depois a Sala dos Azulejos sentimos formas diferentes de viver a música.
Temos que lá voltar para vivermos a música de forma mais prática.


2 de Maio de 2008.
Não foi fácil arranjar “foguetarro” para mais uma viagem à galáxia da cultura.
- E olhem que esta galáxia ficava bem mais perto!! Até dizem que lhe pertencemos…Apesar de nós não sentirmos muito!
Com mais telefonema para aqui e mais telefonema para ali, lá se conseguiu um “foguetarro” que nos levou até a uma “nave espacial” bem mais simples, mas confortável, conhecida por Teatro Aveirense, onde a história de Sophia de Mello Breyner, A Floresta, nos foi contada de uma forma diferente… A Ópera!
A Orquestra Filarmonia das Beiras soltava a música que as vozes da soprano, do tenor e dos barítonos enchiam com palavras. E depois os coros de anões, cogumelos e flores…


E que pena podermos viajar tão poucas vezes…

Quiquinhos

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Para as Mães do Mundo

Oliveirinha, 4 de Maio de 2008

Mãe:

Tu és a flor do jardim, que nunca murcha.
Tu és a nuvem mais branca e fofa do meu céu.
Tu és o meu sonho mais colorido.
Tu és a brisa mais doce e suave que me refresca.
Tu és a estrela mais brilhante que me aconhega.
Tu és o diamante que me enriquce.
Tu és o pão que me alimenta.
Tu és a pomba que me acalma.
Tu és a MÃE.
Beijinhos dos Quiquinhos.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

25 de Abril

Abril é a liberdade de Construir.

Abril é a esperança de Um Portugal Melhor.

NÃO DEIXAREMOS QUE OS CRAVOS MURCHEM.
Era uma vez um país onde as pessoas viviam tristes porque lhes tinham roubado um tesouro, a Liberdade.
Não havia liberdade de expressão: Não se podia ler, escrever, dizer e ouvir o que os ladrões do tesouro não deixavam.
Os soldados fartos da guerra colonial resolveram reunir-se nos quarteís e fazer uma revolução, para reconquistar o tesouro roubado.
Então no dia 25 de Abril de 1974, o povo juntou-se aos soldados e a liberdade foi recuperada.
O Povo voltou a sorrir.
Os Presos políticos sairam da cadeia.
Os Soldados regressaram para as suas famílias.
Os exílados voltaram a Portugal.
É por isto que o Dia 25 de Abril é o Dia da Liberdade.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Dia Mundial da Terra


Aviso

"Ontem já era tarde"
Urgente travar a poluição
Urgente travar o aquecimento Global
Urgente reciclar
Urgente poupar luz e água
Urgente semear o “Verde”
TEMOS DIREITO AO FUTURO
E
A TERRA NÃO É UM “ SACO SEM FUNDO”
Quiquinhos

segunda-feira, 14 de abril de 2008

A Câmara na sala de aula

14/4/08
Senhor Presidente:
Tal como havíamos prometido estamos a enviar-lhe a acta da nossa Assembleia. Esta acta já está feita desde 5ª feira, dia 10, mas a nossa professora adoeceu e nós não quisemos enviar-lha sem que ela a tivesse lido.
Queríamos lembrar mais uma vez que no dia 2 de Maio, às 14 e 30 queremos estar no Teatro Aveirense para assistir à ópera " A Floresta". Também queremos dizer que os Rufiquinhos estarão disponíveis a partir de finais de Maio para tocar onde for preciso. Adorámos a visita e só é pena que não tenha vindo o Senhor Presidente da Junta pois assim tinha sido uma assembleia com todo o poder autarquico.Beijinhos dos Quiquinhos e da professora.


Acta- Assembleia Extraordinária
Aos nove dias do mês de Abril de dois mil e oito, reuniu a Assembleia de turma dos Quiquinhos, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único: Questões, problemas e necessidades da escola colocados ao Presidente da Câmara.
Q.1 - Transportes para visitas de estudos
Q.2 - Porquê da decisão da C.M.A. sobre a aquisição das senhas de almoço
Q.3 - Segurança das balizas
Q.4 - Necessidade de mais tabuleiros de xadrez
Q.5 -Colocação de ecopontos junto à escola
Q.6 - Necessidade de um telheiro para as crianças que chegam mais cedo à escola
Q.7 - Necessidade de mais funcionárias
Q.8 - Utilização de cartão magnético
Q.9 - Aulas de Educação Física sem condições (falta de ginásio)
Q.10 -Pequenos arranjos na escola (estores, frestas nas janelas e casa de banho)
Q.11- Necessidade de terra para uma horta.
O senhor Presidente da Câmara veio acompanhado do Vice-Presidente, Eng. Carlos Santos. Demos início à Assembleia com a leitura da acta anterior. Depois a Assembleia colocou questões e problemas ao Senhor Presidente da Câmara. Este foi dando respostas a algumas das questões que lhe foram colocadas. Explicou, em primeiro lugar que os almoços tinham que ser comprados à C.M.A e tinha de passar a haver senhas por razões jurídicas. Depois falou sobre a segurança das balizas e o Senhor Presidente disse que ia mandar colocar uns cadeados para prender as balizas. Informou ainda que dentro de dois ou três anos estariam prontas treze escolas novas, e renovadas outras treze.
Por falta de tempo, não foi possível ao senhor Presidente da Câmara responder a todas as questões e por isso nos pediu que lhe enviássemos a acta.
Por não haver mais nada a tratar foi encerrada a Assembleia e escrita esta acta pelos elementos da Mesa.
Rita Maria
Rodrigo Neto
Samuel Ferreira
Maria Inês

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Primavera

Pinta-se a natureza.
Renovam-se as cores.
Inventam-se verdes.
Mudam-se os tons.
Acordam as flores.
Voltam as andorinhas.
Estamos na Primavera.
Renasceu a vida.
Alegram-se corações.
texto colectivo(oficina de escrita)

Se eu tivesse uma varinha de condão:


Criava um jardim onde as flores eram poemas.
Fazia da partilha uma canção onde a solidariedade alimentasse o coração.
Pintava o Mundo de verde, acabava com a poluição.
Fazia um Mundo onde reciclar fosse tão natural como respirar.
A educação e a cultura seriam como vagas gigantes a infiltrarem-se nas “areias das praias”.
Fazia do Mundo um palácio onde todas as crianças vivessem a alegria e o amor, em repuxos permanentes de água cristalina.
Transformava as balas em “pão” e os campos de batalha em jardins de união.
Transformava as lixeiras em bibliotecas cheias de livros de histórias perfumadas de fantasia e encanto.
Na vida de toda a gente os Outonos das folhas caídas teriam sempre Primaveras de folhas verdes e frescas.
Faria uma vida melhor, para um Mundo melhor.
Texto colectivo - (oficina de escrita)

terça-feira, 11 de março de 2008

O Srº Presidente da Câmara escreveu e disse:

Prof.ª Maria da Conceição
Obrigado pela participação e pelos alertas que nos trouxe. Compreendo perfeitamente os "dramas" que vive, as preocupações que expressa e os sonhos que ainda acalenta.
Irei fazer chegar ao Pelouro da Educação esta mensagem, a qual,acredito, nos pode ser muito útil.
A questão do Xadrez, felizmente, está resolvida.
Obrigado por tudo, felicidades e nada de desanimar - o que está em causa é demasiado valioso para renunciarmos - são as crianças e é o nosso futuro.Obrigado e ao dispor
Élio Maia

sexta-feira, 7 de março de 2008

Amar a verdade inteira

Hoje fizemos uma Assembleia Extraordinária para debatermos “ A verdade”
“Amar a verdade inteira” dizia Sophia de Mello Breyner. E o que será a verdade inteira?
Para nos ajudar a descobrir a Professora colocou a questão : "Quem terá a verdade inteira, a Ministra da Educação ou os Professores?"
Fizemos uma tabela no quadro e começámos a escrever as verdades da turma que foram:

- “São os professores, porque são os professores que ensinam a verdade.” (Inês C.)
-“ São os professores, porque a escola não tem dinheiro para nossas visitas de estudo .(Mafalda)
- “São os professores ,porque os professores são sinceros.”(Guilherme)
- “ São os professores, porque não é o Ministério que nos está ensinar.”(Sásquia)
- “São os professores, porque quem tem paciência são os professores, o Ministério só manda”. (Ana Rita)
- “São os professores ,porque não é o Ministério que está a trabalhar na escola”.( Joana Silva)
- “São os professores, porque quem mata a cabeça, são eles”. (Samuel)
- “São os professores, porque nos sentimos à vontade com eles”. (Samuel)
- “São os professores, que se sacrificam por nós” .( Sásquia… Todos)
- “Porque vemos o exemplo dos professores e não vemos o do Ministério”.,( Rodrigo+ Bárbara)
- “São os professores, porque os professores são a maioria e são contra o Ministério.”(Bárbara)
- “Porque sentimos que os professores trabalham e não sentimos o trabalho do Ministério."(Mª Inês, Sásquia… todos).
- " É a Ministra porque se nós somos avaliados, os professores também deviam ser. (Inês Leite)
- É a Ministra porque os professores que trabalham mais deviam ganhar muito”. (Joana Silva … Todos).
Depois a professora iniciou o debate de todas estas ideias, colocando várias questões para cada uma. E assim verificámos que, se calhar, os professores e a Sr.ª Ministra estão a falar verdade, não estão é a comunicar bem e concluímos que, se calhar, a verdade é feita de muitas razões!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Vivaldi para as Escolas

Esta semana a Câmara Municipal de Aveiro organizou uma série de concertos no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, na antiga fábrica de cerâmica Campos.
Nós fomos ontem, dia 20 de Fevereiro.
Foi muito bom ver e ouvir as “ Quatro Estações” de Vivaldi, pela Orquestra Filarmonia das Beiras.
Só ouvimos um andamento de cada estação, mas gostámos tanto que quando chegámos à escola fomos ao youtube ouvir os três andamentos da Primavera.
Quando ouvimos, no concerto, um dos andamentos da Primavera também o dramatizámos, associando o que ouvíamos às imagens que estavam expostas, na beira do palco.
Assim sentimos melhor o que escutávamos
Também pesquisámos informações sobre António Lúcio Vivaldi e descobrimos que nasceu em Veneza e morreu em Viena de Áustria. Viveu e compôs no século XVIII. Era padre e era conhecido pelo “padre vermelho” por ser ruivo. Vivaldi além de compositor foi professor.
Agradecemos à Câmara e à Orquestra ter-nos facultado esta experiência, porque como diz a nossa professora “ É de pequenino que se troce o pepino “.
E que viva a Música Clássica.

Quinhos

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Dia de S. Valentim

Hoje, 14 de Fevereiro, Dia de S. Valentim, começámos o dia de trabalho fazendo pesquisas sobre o S. Valentim. Depois de obtida a informação, registámos o mais importante no quadro.
A professora leu-nos quadras feitas pelos nossos colegas do 1ºano e 4ºano, que foram seus alunos, no ano passado.
Os nossos colegas do ensino especial e a professora Graça estiveram sempre connosco, pois o quadro electrónico permite um trabalho de grande grupo.
Então, a professora Graça escreveu no quadro dois versos: Dia de S. Valentim/ É uma bela tradição; e pediu-nos que continuássemos.
O resultado foi :


Dia de S. Valentim
É uma bela tradição
Se tu gostares de mim,
Eu dou-te o meu coração.


Dia de S. Valentim
É uma bela tradição
Debaixo da tua janela
Vou cantar-te uma canção.


Corações apaixonados
Aparecem neste dia
Solteiros e casados
Festejam-no com alegria.


Depois da professora Graça ter saído, com os seus alunos, nós decidimos fazer um “poema histórico” colectivo que saiu assim:


Na antiga Roma,
Era Cláudio II , Imperador,
Para haver homens
Para a guerra,
Foi proibido o amor!


Cláudio,
Queria aumentar o Império.
E para os homens partirem,
Sem haver mais lamentos,
Vejam lá o despautério
Proibiu os casamentos!


Valentim,
Um sacerdote,
Com a lei não concordou.
Para celebrar o amor,
Às escondidas,
Muitos casamentos realizou.


- Sacerdote Valentim,
Sou Cláudio Imperador.
Quero os homens para mim,
Não quero saber do amor.


Por não cumprir a lei,
Valentim foi p’ra prisão.
O conforto lhe chegou,
P’la filha de seu guardião,
Que ele logo colocou
Dentro do seu coração.


Antes de ser decapitado,
A 14 de Fevereiro,
Um cartão, ele lhe deixou.


O que lá estava dito
A memória não guardou
Só a sua despedida
A História registou:
“Do teu Valentim”
Foi como terminou.


Hoje Valentim é Santo,
Santo dos apaixonados
E o dia da sua morte,
É dia dos namorados.

Trabalho de grande grupo 2º e 4º ano

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Inauguração do nosso "laboratório"


Hoje inaugurámos o nosso “laboratório” com diferentes actividades experimentais.
Primeiro estivemos a identificar de que são feitas as rochas, agregados naturais, compostos por minerais e a identificar alguns minerais como: a pirite, a mica, feldspato, o quartzo, o talco, a hematite, magnetite, a biotite e assim fomos distinguindo algumas rochas como: o basalto, o granito, o mármore, a argila. Fomos descobrindo algumas propriedades dos minerais. Não experimentámos a fractura e a forma, faltavam-nos materiais.
Ficámos a saber também que o talco é o mineral menos duro e o diamante é o mais duro.
Acabámos a nossa inauguração do “laboratório” construindo um canhão de confetes.
- Uau!! Quando aproximamos o fosfóreo que bela chuva de cores!
Ainda espreitámos o sit do ABCiências.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

CARNAVAL

A festa do Carnaval tem a sua origem na antiguidade, na Grécia onde já no século VII a.c. se faziam festas aos Deuses da fertilidade, agradecendo-lhes as riquezas que os solos produziam.
O Carnaval da antiga Roma chamava-se Saturnálias.
As Saturnálias eram festas em honra do deus Saturno, que foi expulso do Olimpo e chegou à Terra com os primeiros raios de calor, para ensinar aos homens a arte da agricultura. Nestas festas os escravos e senhores misturavam-se, em plena praça pública.
Depois do nascimento de Cristo, nos finais do século VI, no ano de 590, a festa do Carnaval foi aproveitada pela Igreja Católica que até aí a condenava, por achar pecado cantar e dançar.
Mas, a origem da palavra Carnaval é latina: ”Carne vale” que significa “carne adeus” ou “carne nada vale”.
Então, a igreja católica ordenou que não se comesse carne durante quarenta dias, antes da Páscoa. Por isso os católicos, na terça-feira de Carnaval, também conhecida por Terça-Feira gorda, comiam muita carne, porque depois começava a Quaresma, na quarta feira de cinzas, o dia em que os fieis eram benzidos com as cinzas dos ramos do domingo anterior, o Domingo de Ramos.
Entrudo e Carnaval são duas palavras com o mesmo significado. Entrudo, deriva do latim “introitus” significando a "entrada para a Primavera, depois entrada da Quaresma.

CURIOSIDADES
Já na Idade Média, se costumava comemorar o Carnaval em Portugal com brincadeiras que variavam de aldeia para aldeia. Em algumas notava-se a presença de grandes bonecos, chamados genericamente de "Entrudos". Ainda resistem em Portugal algumas celebrações do Entrudo, como por exemplo em Trás-os-Montes.
Antigamente as pessoas mascaravam-se, assustavam as outras pessoas e faziam coisas engraçadas. As suas fantasias eram roupas velhas.
O gigantone é um boneco com 3,5 a 4 metros de altura, típico das festas populares portuguesas, e cortejos de Carnaval que desfilam ao ritmo de música tocada por zés-pereiras que são os grupos que tocam caixas de rufo, bombos e pífaros e gaita-de-foles. Esta tradição é típica da região entre o Douro e Minho.

FIGURAS DE CARNAVAL
O rei Momo, gordo e divertido. A origem da tradição está nos bobos, encarregados de divertir os nobres das cortes.
Os caretos, homens disfarçado que anda pelas ruas de algumas povoações e aldeias do Norte de Portugal,Trás-os-Montes, com uma máscara que serve para meter medo, fazendo-se de diabo à solta.
O Pierrot a Columbina e o Arlequim, que já vêm da idade Média e são figuras do teatro italiano dessa época (Comédia Dell`arte).
CARNAVAIS FAMOSOS
Brasil - O Carnaval é a maior festa popular. A festa dura quatro dias. Foi levada pelos portugueses. A partir do ano de 1830 houve uma série de proibições mas nunca conseguiram acabar com esta festa popular. O Carnaval, no Brasil também foi chamado de Entrudo por influência dos portugueses que levaram a brincadeira de farinha e água com limão, no século XVIII, surgindo depois as batalhas de confetes e serpentinas.
Veneza O Carnaval de Veneza, na Itália, é diferente de qualquer outro Carnaval. Este Carnaval tem nas suas origens festas da elite. As fantasias e as famosas máscaras venezianas inspiram-se na elegância e bom gosto dos trajes dos séculos XVII e XVIII, ou nas personagens da Commedia Dell´Arte.
Portugal: Carnavais de Ovar, Mealhada, Estarreja, Alcobaça, Torres Vedras, Loulé e Madeira.

Trabalho realizado em grande grupo ( tratramento de informação e texto) com base nas rercolhas dos alunos e tendo como suporte de trabalho o quadro electrónico.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Mensagem enviada à Câmara Municipal de Aveiro

Sou professora do 1º Ciclo em Oliveirinha e não foi preciso a Srª Ministra vir dizer-me que a escola não se podia fechar nos seus muros, pois sempre trabalhei de forma a que a formação académica fosse acompanhada de uma forte componente de educação cívica e artística. Curiosamente e apesar das dificuldades, que sempre houve, e alguma falta de carinho pela educação cultural e artística, em relação às escolas da periferia, usando os meus projectos fui conseguindo facultar às crianças vivências que de outra forma não teriam.
Agora a minha preocupação aumentou porque me é constantemente negado transporte, com a justificação de que os transportes passaram para uma empresa pública; porque tive problemas com a ligação à Net, que o técnico da escola também não conseguiu resolver, e tendo sido chamado o responsável da câmara para tais assuntos, nunca apareceu durante dois meses e teve que ser uma outra pessoa a arranjar os cabos e a estabelecer a dita ligação; porque tenho no meu projecto Curricular de Turma um projecto para, no âmbito do ensino experimental, criar uma horta com a ajuda dos encarregados de educação, que me parece que vai ficar-se pelo projecto pois a Junta não tem disponibilidade económica; porque e para abreviar, agora nos tiram o xadrez cujos benefícios pedagógicos já tive oportunidade de deixar escritos em artigo publicado no jornal de Oliveirinha.
Porquê Srº Presidente e Srº(s) Vereadores da Cultura da Educação e do Desporto?
Note-se que tive em devido tempo acesso ao programa de actividades da Câmara, do Pelouro da Educação que centralizou tais actividades na cidade. Já pensei, e já que está na moda delegar, que talvez fosse interessante criar uma Empresa Pública(!) para a educação onde se articulasse o que se passa com os projectos educativos das Escolas do Município com as instituições de cultura, de desporto e com os artistas da cidade, para optimizar sinergias e dar acesso às crianças das zonas periféricas aos produtos disponibilizados, inclusivé por essa Câmara.
Depois a culpa era da EP. Agora a culpa é do governo que não dá dinheiro, é dos outros que o gastaram, é do pelouro da educação que não pode, é do pelouro da cultura que também não, é do pelouro do desporto que idém idem, aspas aspas, é do presidente que não tem para onde se virar, e a culpa morre solteira, ou é do povo porque votou.
Coisas da Democracia que também se debatem na minha sala de aula, nas Assembleias de turma.
Mas todo este desabafo se deve a tristeza com que hoje nos despedimos do professor Dinis e ao questionamento que as crianças me fizeram sobre tal facto. Mais digo que a minha turma tem um blogue http://www.blogger.com/ e que nele se poderá ler o que os alunos expressaram acerca deste assunto.

Cameonato Distrital de Xadrez e xadrez já era!

A propósito dos Campeonatos Distritais de Xadrez, em que vamos participar, fomos ao “sítio” da Câmara Municipal de Aveiro, e qual não foi o espanto da nossa professora e o nosso, quando lemos o último parágrafo, que diz :
“De salientar que os Campeonatos Distritais de Xadrez são organizados no âmbito do PDX – Projecto de «Xadrez nas Escolas do Concelho de Aveiro». Neste ano lectivo de 2007/2008 estão abrangidos cerca de 500 alunos, com uma aula de xadrez por semana de 60 minutos em horário curricular e repartidos por 10 escolas do primeiro Ciclo: Glória, Azurva, Requeixo, Eirol, Eixo, Oliveirinha, Vilarinho, Quintã do Loureiro, Cacia e Esgueira. Realça-se que este ano foi dado um grande passo com a remodelação do projecto, com o PDX a apoiar a criação de núcleos de Xadrez nas sedes dos agrupamentos das Escolas Básicas do segundo e terceiro ciclos de Eixo, Cacia, Oliveirinha e João Afonso de Aveiro, permitindo aos jovens alunos a continuidade da actividade em anos posteriores.”
É que o PDX morreu hoje na nossa escola, a Escola Básica do 1º Ciclo de Oliveirinha.
Hoje foi o último dia em que o professor Dinis Furtado trabalhou connosco. E, pelo que sabemos, por falta de apoio ao projecto, pela câmara que o criou, não permitido aos jovens alunos a continuidade das actividades de xadrez.
Será que os cerca de 500 alunos continuarão a poder participar em campeonatos apoiados pela Câmara, se esta nos interrompeu a formação?
Não percebemos e a nossa professora também não.
Se houver alguém que nos explique agradecemos.
Antigamente ainda tínhamos transportes para podermos fazer visitas de estudo e isso acabou. Agora tiram-nos o xadrez.
ESTÁ BEM!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

O tempo das nossas histórias

A gata Serafina

Um dia, uma gata apareceu, ao portão de uma casa., muito pequenina, cheia de frio. Estava abandonada,
O filho da dona da casa encontrou-a, quando regressava da escola. Pegou nela e levou-a para dentro e aqueceu-a na sua camisola.
Assustada e cheia de fome miava tanto que parecia que chorava. A mãe do rapaz preparou-lhe um prato com leite, que ela lambeu num instante.
Os seus olhos azuis estavam esbugalhados de olhar para tudo pois, tudo lhe era novo.
A gata encantou toda a família, que lhe acariciou o seu pelo fofinho.
Então aquela casa passou a ser o seu lar. Até hoje, ali vive. Agora já é grande e gorducha.
É muito divertida.
Adora caçar pardais e dormir ao sol.
Quando lhe vão dar comer espeta o rabo como se fosse uma antena e detesta ter o caixote da areia sujo. Mia até que lhe ponham areia limpa.
É claro que estou a falar da minha gata Serafina.

Mafalda Silva
4º ano
A Boneca

Era uma vez, uma boneca que estava numa loja.
Era uma boneca muito linda, com um vestido castanho, três colares ao pescoço, sapatinhos beges e um laçarote na cabeça.
A boneca tinha passado muitos anos na loja e não aguentava estar lá sempre fechada.
Uma senhora, chamada Isabel, entrou na loja e foi ver a parte dos brinquedos.
Viu as bonecas todas contentes e só viu aquela boneca triste.
Então resolveu perguntar-lhe:
- És tão bonita. Estás triste porquê?
- Porque já estou aqui há muito tempo e ninguém me leva.
- Vou eu levar-te hoje, para te oferecer a uma menina. – disse a D. Isabel.
A boneca ficou muito contente, e ao mesmo tempo um pouco triste porque não ia voltar a ver os seus amigos bonecos.
A Dona Isabel comprou a boneca porque era uma prenda de Natal
Quando chegou o Natal ela deu o presente a uma menina, chamada Joana.
A Joana abriu o presente ficou admirada!!!
Gostou imenso da boneca, agradeceu à Dona Isabel.
A Joana pegou na boneca e foi pô-la no cantinho da sua secretária.
Depois, quando a Joana ia estudar, tinha sempre a companhia da sua amiga boneca.

Joana Rita 4º ano
A Floresta dos Medos

Era uma vez um menino chamado António.
O António vivia com os pais, e de vez em quando ia jogar à bola com os amigos.
Um certo dia, quando o António estava a jogar à bola, chutou-a, sem querer, para uma floresta vizinha.
Um dos amigos disse-lhe:
-António, não vás para dentro da floresta. Ela tem fantasmas que assustam as pessoas. Dizem que as pessoas que lá entraram nunca mais saíram.
O António respondeu:
-Eu vou entrar, com cautela, e se vir um fantasma corro para trás!
Assim foi. O António entrou na floresta e foi andando, andando…Até que encontrou a bola. Voltou para trás, por onde tinha ido.
Mas qual foi o seu espanto quando não encontrou a saída!!
-Oh não! Estou perdido. O meu amigo tinha razão.
Entretanto começou a escurecer.
O António começou a ficar com medo. Entretanto ouviu alguma coisa a mexer no ramo da árvore.
Quando olhou viu que era um fantasma!
Logo que o viu começou a correr, mas o fantasma apanhou-o.
O fantasma levou o António para o seu esconderijo e prendeu-o numa jaula.
O António começou a chorar, até que viu uma coruja e perguntou-lhe:
- Será que o fantasma me irá libertar?
A coruja respondeu:
-Tu vais é ser o banquete dos fantasmas.
- E tu, conheces alguma maneira de me tirar daqui? – disse o António.
-Conhecer, conheço, só que é muito arriscado e se os fantasmas me apanham também vou ser servida no banquete, contigo. - disse a coruja.
-Vá lá. Faz-me esse favor.
A coruja respondeu:
-Está bem. Eu vou-te ajudar. Agora espera aí, um bocadinho, que eu já volto.
Passado algum tempo, a coruja voltou com uma chave no bico.
-Toma esta chave, e sai daí.
-Muito obrigado. E agora sabes o caminho para eu sair da floresta?
-Sei sim. Segue-me.
O António seguiu-a e em pouco tempo estava fora da floresta.
Ele agradeceu à senhora coruja e despediu-se.
Por fim, o rapaz voltou para junto dos amigos e jurou nunca mais entrar naquela floresta, a que deu o nome Floresta dos Medos.

Samuel
4ºano

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

INVERNO

Chuva.
Neve.
Trovoada.
As poças
Quero saltar

À noite,
junto à lareira,
Antes de dormir
uma história
Vou ouvir,
Para os sonhos encantar

Lá fora,
Nas tocas, a sonhar
Há animais,
a hibernar.

É a festa de Natal
Um novo ano a chegar.
E depois o Carnaval,
Para a gente
Se mascarar.

Guilherme 2ºano

Inverno
Chuva
Frio
Neve
O sol a dormir .
O Verão, a Primavera e o Outono
Foram descansar.
Já não há andorinhas,
Tiveram que emigrar
Junto à lareira
Histórias de encantar
Neve branquinha
Para um boneco montar.
David Salomão 2º ano

Inverno
No Inverno há neve.
Como ela é fofinha!
Lençóis brancos,
Como os da minha caminha!

Avó à lareira
Conta-nos histórias
Pego na cadeira
Ouço-lhe as memórias.


Maria Inês 4 ºano


O Inverno
É a neve a cair.
É o frio no ar.
É o nevoeiro,
a embalar.
É a chuva,
a pingar.
Animais abrigados
nas tocas,
a hibernar.
São poças
de água
Para saltar.
Inês Leite 2º ano
Inverno
É a chuva a chegar
É a neve para brincar
É o vento a voar
É a trovoada no ar.
São as nuvens cinzentas
Que rebentam
Para os jardins e os campos regar.
É o arco-íris, no céu a brilhar.


Rita Maria 4º ano


INVERNO
Vem o frio
Muito frio!
Temos que nos agasalhar
Roupa quentinha usar!!!
Cai chuva
Chuva fresquinha!!!
Cai neve
Neve branquinha!!!
Lindos bonecos vou construir
Com os meus amigos
Vou-me divertir!


Inês Cristiana 4ºano
Inverno
É chuva a cair,
É neve a bailar,
O vento a soprar,
Meninos nas poças a saltar.

Nuvens cinzentas,
Sol a dormir.
Meninos doentes,
Com gripe, a tossir.

Neve fofinha
Muito branquinha
- Mas eu vou brincar
Não quero saber
se me vou constipar.
Um grande boneco
Vou construir
E só depois,
É que vou dormir.


Miguel 4º ano
Inverno
É o vento mais forte
Que leva as folhas,
Que teimaram ficar.
São os passarinhos
Que já se abrigaram
Em novos ninhos,
Esperando quentinhos
Que a chuva pare
E os deixe voar.

Quando está frio,
Não quero sair.
Se estiver na rua,
Corro para casa
Para não me constipar.
E acendo a lareira
Para a roupa secar.

Samuel 4º ano